Contos Eroticos Veridicos

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Fiz sexo anal com a mãe dela

Posted by Gostosão

Estava de férias na quinta de uma amiga colorida, onde estávamos os dois juntamente com os pais dela. Tínhamos acabado de chegar e verificamos que tínhamos de ir às compras pois não havia nada em casa. Eu ofereci-me para ir às compras, mas a Bete (a minha amiga) pediu-me que ficasse para ajuda-la a limpar a casa. Então os  pais dela foram às compras.

Não tinha notado as verdadeiras intenções da Bete, que naquele momento imaginava mil e uma outras coisas que não limpar a casa. Ao descarregar o carro, voltamos para dentro, mas os pais foram directamente para o supermercado. Enquanto eles ainda estavam na garagem, fingíamos arrumar a casa e, quando ouvimos o carro a sair da garagem, começamos a agarrar-nos no quarto dos pais dela (onde tínhamos colocado as malas).

Ela pediu-me que ligasse o rádio da sala, mas teríamos que colocar um volume muito alto para ouvir no quarto, então fomos para a sala. O sofá da sala era o lugar mais confortável que nós achamos para darmos uma queca. Apesar de inexperiente, ela sabia o que queria e como queria. Das outras vezes que tivemos relações nunca lhe pedi para lhe ir ao cu, pois tinha medo que doesse ou que a ferisse, devido a espessura de meu pénis.

Antes que percebesse, ela já estava de joelhos no chão a chupar. Estava tão excitado que me vim logo…. Ela nem me deixou perder o tesão. Sentou-se em cima de mim e enfiou o meu pau na sua vagina que fervia, de tão quente. Eu estava de olhos fechados, curtindo aquele momento (adoro aquela posição. É a segunda que mais gosto) e ela de cabeça baixa, olhando para mim (dizia ela). Ela pedia que lhe segurasse cu e abrisse, para o meu pau ir mais fundo. Eu apertava-lhe os seios, que pareciam dois melões maduros, de tão durinhos e doces. Eu adorava aquilo tudo, quando de repente ela parou tudo… Ela respirava ofegante, olhando fixamente para um único ponto atrás do sofá. Fiquei mais curioso do que assustado, então olhei para trás. Quem estava lá? A sua mãe, que não tinha saído com seu pai. Ela tinha ficado para nos ajudar, mas como não estávamos a limpar a casa, ela ficou a olhar para nós por trás do frigorífico. Fiquei cheio de vergonha, pedi mil desculpas, vestimos a roupa, dei uma volta e depois de 15 minutos regressei à casa para me despedir, pois não conseguia continuar naquela casa depois do que tinha acontecido.

Quando regressei, as duas estavam na sala conversando descontraidamente. Quando me sentei para conversar com a mãe dela e tentar dar-lhe alguma explicação para o que tinha acontecido, ela pediu-me que não fosse embora, pois gostava de minha presença naquela casa e que eu fazia a sua filha muito feliz. Resolvi aceitar o pedido, mas pedi um favor. Que não contasse ao marido dela. Passado o dia, todos fomos dormir. Pela falta de quartos, fui dormir na sala, onde tinha acontecido toda aquela história. No meio da noite recebi uma visita inesperada. Era a Vera, a mãe da Bete pedindo que fosse até a varanda com ela para conversar.

Na varanda ela dizia que seu marido tinha o sono pesado enquanto conversávamos. Já nos primeiros minutos de conversa percebi quais eram suas intenções e não a deixei falar nem uma só palavra a mais. Saquei logo o meu pénis para fora. Ela assustou-se, talvez por ter sido muito directo, mas quando hesitou eu fiz com que ela o agarrasse. Ela sentiu-o quanto ele estava quente e duro, então abocanhou-o. Apanhámos umas almofadas num sofá de colocámos no chão. Ela deitou-se de bruços sobre as almofadas e enfiei por trás na sua vagina. Depois de fazê-la vir-se, ela pediu-me que enfiasse no cu. Não pensei duas vezes.

Passei o meu pau por um óleo lubrificante que ela tinha trazido e enfiei o máximo que pude. Ela tentava não fazer barulho, mas esqueceu-se de tudo e por sorte a Bete chegou, antes que seu pai acordasse, dizendo: “Eu sabia que vocês estavam aí. Não estou zangada com vocês, mas poderiam ter feito menos barulho. O pai poderia ter acordado.” O mais engraçado é que ela não voltou para a cama. Ela ficou ali na sala olhando tudo o que fazíamos na varanda. Acho que a Vera não sabia, pois quando acabei de me vir, contei-lhe à ela que a Bete tinha visto tudo e ela mostrou-se surpresa quando apontei para a sala. Quando ela veio para a varanda ainda perguntou à mãe: “Então mãe? Posso levar meu namorado de volta?”. Quase fiquei louco depois desse dia e nunca mais voltei a ver aquela família, pois vi no armário da sala as armas de colecção do pai da Bete.

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