Contos Eroticos Veridicos

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Fantasia por pau grande

Posted by Gostosão

 O meu nome é Marlene, casada tenho 35 anos, loira, sem filhos e estava com alguns problemas no meu casamento; através da Maria João conheci o Pedro e após muito insistência da João tive sexo com ele várias vezes. Ela dizia-me que tinha tido sexo com um homem que tinha um pau enorme, ao início fiquei decepcionada com ela, pois apesar de casada já tinha sexo com o Pedro, que era amigo do casal, e agora falava-me de outro homem.

Até essa altura só tinha tido sexo com meu marido e depois de quase me separar, tive sexo com o Pedro. A João apercebia-se que isso me perturbava e falava cada vez mais do tamanho do pau do Henrique, que ele tinha um pau tão grande, que era grosso, que as veias saltavam, etc. Eu não acreditava que alguém poderia ter um pau tão grande, deveria ser exagero dela.

Certo dia para me provar que ele tinha um pau enorme, estávamos só as duas em casa, ele entrou no msn,e entre os álbuns de fotografias dele, ela mostrou-me uma foto de um homem que tinha um pau enorme, e riu-se salvando uma cópia da imagem numa pen e entregou-me dizendo que era para eu me masturbar quando as coisas estivessem difíceis com meu marido e o Pedro não pudesse ajudar; Disse-lhe para ir levar no cu, ela riu-se na minha cara e disse que era uma boa ideia, ligou de seguida para o Pedro e marcou um encontro.

Quando tinha sexo com o meu marido eu começava começar a fantasiar, imaginando um pau grande, eu acabava por vir-me com a fantasia, mas o pau meio mole dele, e a sensação de que ele só estava “picando o ponto” deixava-me pouco à vontade, uma sensação de vazio, frustrada. Evitava o sexo convencional com ele, pois terminava sempre pensando no Pedro ou no pau da foto. Certo dia sozinha em casa, o meu marido estava a viajar em negócios, vi a pen que a João me tinha dado, abri a foto e quando me dei conta estava a masturbar-me à frente do pc quando tocou a campainha, fiquei desnorteada e corri para abrir a porta.

Era a João e ela estranhou o modo como eu a recebi, o cheiro forte do meu sexo, na minha mão, pedi para ela entrar e fui até o meu quarto par me recompor, ao voltar encontrei-a no escritório vendo a foto; Ela apanhou a minha tanguinha que estava na mesa do pc e riu-se dizendo que só a masturbação não me daria a satisfação., que eu tinha que sentir completa, que tinha que me sentir toda arreganhada, arregaçada. Eu fiquei transtornada. Deu-me um tesão enorme. Ela percebeu e aproximou-se e beijou-me. Não consegui reagir. Ela pegou-me nos seios, que estavam durinhos de tanto tesão. acariciou-me, beijando-me e mordiscando os meus lábios, levou-me até o meu quarto e despiu-me, chupando-me os seios, a coninha que já estava molhada, deixando-me doida de tesão; Pegou no telefone que estava ao lado da cama e ligou para o Pedro pediu para ele passar na minha casa.

Continuou chupando-me, lambendo o meu cuzinho, tentando enfiar a língua, eu fiquei doida de tesão, eu nunca tinha feito sexo anal e a João disse-me: – Espera e vais ver o Pedro hoje vai arrebentar-te o cu. Estava com medo de ter dores, mas o tesão era enorme e quando o Pedro chegou comecei logo a chupar o pau dele (16cms), puz-me de quatro na cama e disse-lhe: – meu tesão, foste o primeiro homem a dar-me prazer, por isso vou-te dar o cuzinho, vais ser o primeiro e único a comer este rabinho, anda e come-o. A João tirou um gel da carteira e untou bem o meu cu e o pau dele; ele colocou a cabeça no meu buraquinho e foi forçando aos poucos e eu sentia aquele pau entrando, devagarinho, doendo, eu gemia, ele com carinho, enfiava devagar, sem forçar muito, parava de vez em quando, para eu me habituar, tocava no meu clítoris, deixando-me excitada, para parar com o meu nervosismo, assim na boa ele foi enfiando até que senti as suas bolas tocarem nas minhas bordas.

Ele parou uns momentos deixando o pau inteiro dentro do meu cu, depois começou a movimentar-se bem devagar, no vai e vem, no início doía muito e eu gemia e chorava, mas ele ia metendo devagar e fui descontraindo e comecei a sentir prazer com aquele pau duro no rabinho, o tesão foi aumentando e comecei a forçar o cu de encontro ao pau dele, comecei a pedir para ele bombar e para me fuder, e ele fudeu maravilhosamente o meu cu, deixando-me louca de tesão. A João já estava nua e colocou-se por baixo de mim e chupava a minha cona; ela chupava, ele enfiava na minha coninha, levaram-me ao delírio, vim-me como nunca tinha vindo e senti o leitinho quentinho do Pedro no meu cuzinho. Naquele dia dormi com o rabinho todo dorido, mas feliz da vida e a João disse para o Pedro que eu queria experimentar um pau grande, aceitei desde que o Pedro estivesse comigo e somente na cona, pois o cu seria só do Pedro.

Alguns dias depois estava tudo combinado, dirigimo-nos para um apartamento onde estava o homem com a João à nossa espera. Ela foi para o quarto e chamou-me. Entrei no quarto e fui apresentado a quem eu deveria dar a cona. Era um homem normal, devia ter 1,80m, não tinha boa pinta, com barriguinha, um pouco careca. Ele apresentou-se, tentando quebrar o gelo, mas era estranho. Eu não conseguia falar. Constrangida não conseguia fazer nada, e ele também não. A única a agir era a João, que beijou o Pedro e me empurrou para ele. Não acreditei no que ela começou a fazer. Ajoelhou-se e tirou o pau dele para fora, pegou no pau, e começou a chupar. O pau do famoso António mole parecia normal, apenas um pouco grosso. O Pedro começou a beijar-me e acariciar-me, tirou a minha blusa e começou a chupar os meus seios, deixando-me ver a João chupando aquele pau. Ela continuava a mamar no pau do gajo e fazia barulhos, estalando a língua naquele pau, não demoraria a deixá-lo duro, ele gemia baixinho, o pau já aumentara um pouco, e estava, mesmo assim ainda mole, do tamanho do pau duro do meu marido e não parava de crescer na boca dela. O Pedro tirou-me a roupa e eu já estava cheia de tesão, colocou o pau na minha boca, que inicialmente chupei timidamente e quando já tinha me soltado completamente colocou-me ao lado da João, que chupava com gosto e enfiou na minha boca, comecei a lamber e chupar como dava já estava com a boca bem aberta, e não conseguia engolir tudo.

Quando o pau dele finalmente ficou totalmente duro na minha boca, era realmente impressionante. Devia ter uns 25cm, e a grossura de 12cm. Eu lambia o pau dele por baixo, desde as bolas até a cabeça, ele às vezes batia com o pau na minha cara. A João e o Pedro estavam a dar uma à canzana e foram para a sala, saíram fechando a porta, deixando-me sozinha no quarto com aquele pau enorme. Eu chupava, tentava colocar tudo na boca, e as vezes lambia a extensão inteira para descansar. O pau dele era muito grande, e fazia doer-me a boca. Enquanto eu chupava o pau, ele mexia nos meus cabelos. O pau dele devia ser quase do tamanho do meu antebraço e eu não conseguia fechar a mão em torno Ele puxava-me pelo cabelo, enfiando o pau na minha boca. Puxou-me e levantou-me e colocou-me inclinada na cama de forma a arrebitar o meu cuzinho preparando-me para ser penetrada; passou um gel por todo o pau para facilitar a penetração. Assustada e com medo arrebitei ainda mais o cuzinho para facilitar; ele começou a pincelar o pau na entrada da minha coninha e senti a glande enorme. Coloquei a mão instintivamente, não acreditava que aquilo tudo iria entrar na minha cona, parecia pequena demais para aquilo tudo. Ele como que adivinhando o que eu estava pensando, retirou a minha mão, querendo me acalmar: – Pensas que não vai caber? Vais aguentar tudo, igual a uma puta!

Começou a enfiar a cabeça, forçando os lábios da minha cona. Eu gemia baixinho, esforçando-me para aguentar. Ele ficou enfiando e tirando a cabeça, bem devagar, deixando-me acostumar com o tamanho da glande, aos poucos foi enfiando mais e mais, e eu gemendo, agarrada aos lençóis, gritando, sentia-me rasgada por dentro, só conseguia gemer alto, ele forçou e enfiou o resto de uma só vez, arrancando-me um grito, quase desmaiei de dor, as pernas bambaleavam e caso ele não me segurasse iria cair. Ele parou com tudo lá dentro, como para eu me habituar, após alguns momentos começou a mexer bem devagar, eu deu um gritinho e comecei a gemer alto. Não dava para acreditar que aquilo tudo estava na minha cona. Ele movimentava aquele pau e disse-me: – não te disse que aguentavas com ele todo. Agora mexe-te na minha piça, geme que eu quero ouvir.

Ele fodia-me e eu gemia, não porque ele pedia, mas porque não conseguia parar, qualquer movimento daquele pau arrancava-me gemidos, suspiros, quase me faltava o ar. Excitada, comecei a gemer baixinho e a dizer: – fode-me com esse pauzão, fode. Ele enfiava tudo, bombava com força, deixando a minha coninha a arder. Eu gritava que o pau dele estava a rebentar-me, já tinha a minha coninha toda esfolada. Não aguentando mais as minhas pernas pedi para ele tirar o pau, para mudarmos de posição.

Deitei-me na cama e ele veio para cima de mim colocando aquele pau enorme na minha cona, coloquei as pernas em volta do seu pescoço e ele enterrou tudo, gemi, gritei e ele começou a bombar com violência, fazendo aquele pau entrar todo até o fundo e quase sair novamente. Nessa posição após 5 minutos vim-me intensamente, ele cansado tirou e deitou-me na cama descansando. Após recuperarmos o fôlego, com ele deitado sentei-me naquela picha. Apoiei-me nos seus ombros e fui fazendo o pau entrar. Eu estava molhadinha, e mesmo assim tinha dificuldade em engolir tudo, gemia, sentia as lágrimas descendo pela minha face, mas ia sentando, sentindo aquele pau enorme a entrar por inteiro; quando o pau entrou todo comecei a cavalgar, gritando, chorando, gemendo alto, até me vir; ele colocou-me de quatro, enfiou a cabeça da pila e começou a bombar violentamente, sentindo a cabeça bater no meu útero, comecei a gritar, como uma louca, sem forças nas pernas, com ele por trás não tinha como me defender e aquele pau enorme ia bem fundo tocando no meu útero, a dor era enorme, gemia, chorava, implorava para ele parar, mas ele como um desvairado fodia-me ainda mais me dilacerando-me toda. A dor era insuportável, mas dava-me um tesão imenso pelo facto de engolir tudo aquilo, de me sentir uma mulher completa, totalmente preenchida, a sensação era incrível.

A minha coninha recebendo um pau enorme, levando estocadas e os meus seios balançavam a medida que era fodida, arrombada. Ele começou a gritar que ia vir-se, tirou o caralho de dentro de mim e começou a lançar jactos em cima de mim, deixando-me toda cheia de leite, vim-me novamente, caindo desfalecida. Ele caiu para o lado. Ficamos deitados algum tempo; ele levantou-se e foi tomar banho, trocou de roupa e agradeceu a foda e foi-se embora. O Pedro e a João entraram no quarto, deitada chamei o Pedro e beijei-o longamente

e agradeci pela realização da minha fantasia e como agradecimento pedi para ele comer o meu cuzinho: – na cona eu não aguento mais tou toda fodida. – Ajeitei-me de quatro empinando o cuzinho para facilitar a penetração, ele enfiou o pau no meu cuzinho. Eu gemia muito com o pau do homem que aprendi a amar pelo carinho e forma de fazer sexo. Enquanto ele comia o meu cuzinho a João ofereceu-me a cona dela para chupar, cai de boca com vontade e tesão chupando-a até ela se vir na minha boca. O Pedro veio-se enchendo o meu cuzinho de leite e deitou-se ao meu lado. Ficamos ali deitados os três, eu, a João e o Pedro no meio. Quando fomos embora a João disse que no quarto tinha várias máquinas filmando tudo e depois que ela editasse o filme iria entregar-me para relembrar. O que acabei de contar resolveu o meu casamento; com excepção do Pedro nunca mais tive sexo com outro homem para além do meu marido. O meu marido não me satisfaz na cama, e deve ter os seus casos; eu mantenho o meu caso com o Pedro que me satisfaz plenamente e quando estou sozinha à noite e fico com tesão, masturbo-me com um vibrador oferecido pela João vendo o filme daquele dia inesquecível.

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