Contos Eroticos Veridicos

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Comi a minha empregada

Posted by Gostosão

Chamo-me Jorge, tenho 35 anos e sou casado há 8 anos. Eu e minha mulher não temos uma vida sexual muito activa, ela não me “procura” e muitas vezes quando eu a procuro ela dá a desculpa que não lhe apetece. Já tentamos de tudo, psicólogos, terapeutas sexuais, mas como nada resolve deixei as coisas ficarem como estavam. No entanto o meu desejo sexual é grande e todos os dias penso em ter relações sexuais o que faz com que me masturbe todos os dias, pois até ajuda.

Como levo muito tempo sem ter sexo, um dia em casa sozinho fui bater uma a pensar na empregada, a Francisca, que é uma senhora de 43 anos um pouco mal tratada, e deu-me muito tesão. Uma vez foquei em casa sozinho com ela, e pensava como conseguir comê-la? Pensei em diversas formas e achei que deveria ser algo muito subtil sem ser muito directo, pois se ela não quisesse poderia estragar tudo e ela contaria à milha mulher ou até poderia processar-me por assédio sexual.

Comecei a pôr em prática o meu plano, estava um bocado nervoso por não saber se conseguiria. Quando passei pelo quarto onde fica meu escritório eu chamei-a para perguntar se ela sabia mexer no computador, ela disse que não e que não sabia nem ligá-lo. Perguntei-lhe se não tinha vontade de aprender e falei que às vezes eu dava aulas para algumas pessoas da minha empresa. Ela ficou sem saber o que responder, e percebi que estava envergonhada. Eu insisti dizendo para ela estar à vontade pois um dia poderia ser útil para ela. Então ela disse-me que a sua filha tinha um computador em casa e ela tinha vontade de mexer, mas nunca teve coragem de pedir à filha. Eu disse logo que a ia ensinar e que ela não poderia dizer onde aprendeu, pois a filha poderia perguntar em troca de que eu estava a ensina-la.

Ela concordou e veio para perto de mim. Eu puxei a cadeira do lado onde ela se sentou e fui explicando as noções básicas de um computador e da informática, windows, word para digitar textos, impressora, etc… muito por alto, mas ela compreendia tudo. Quando começei a falar da internet, onde há sites de empresas, compras, vendas, messenger para conversar com amigos, essas coisas… expliquei-lhe que a internet tem um lado bom e um lado mau, pois muitos aproveitam para ver pornografia, e ela observava e sorria. As vezes eu dizia a ela para segurar no rato e passava a minha mão por cima da dela, aproveitando-me da situação. Disse-lhe que muitos homens e mulheres casados e solteiros utilizavam a internet para conhecer pessoas virtualmente e que isso de certa forma era bom, pois não tinha vínculos carnais.

Contei-lhe em segredo que eu andava com problemas com a minha mulher e que um dia até pensamos em nos separar, mas como temos o nosso filho preferimos dar um tempo, e que como eu a respeitava muito não andava atrás de mulheres. Mas que pela internet às vezes eu aproveitava para ver algumas fotos de mulheres nuas. Perguntei-lhe se ela vivia bem com o marido e ela disse que não muito, pois ele bebia em excesso e frequentemente chegava em casa bêbado. Eles nem viviam mais como marido e mulher. Eu disse-lhe que era uma boa oportunidade para ela arranjar um namorado virtual, e ela disse que não queria mais nenhuma relação, pois já tinha muitos problemas dentro de casa. Disse-lhe que nesse caso ela poderia fazer como eu, ver fotos e fui entrando num site que conheço de fotos caseiras e amadoras. Perguntei-lhe se queria ver, ela toda envergonhada mas com um sorriso no rosto disse que sim.

Começamos a ver fotos de sexo e eu fui ficando excitado, perguntei-lhe se isso não a excitava e ela disse que sim. A determinada altura estávamos sorrindo e eu mostrei para ela como estava o meu pénis debaixo dos calções, ela sorriu e olhou. Perguntei-lhe como ela estava e se ela não tinha vontade de fazer igual a foto, e eis que ela me responde: “mas com quem? já faz anos que não tenho nada com meu marido.” Respondi-lhe que eu também já há muito tempo que não tinha nada com minha mulher e que então poderíamos aproveitar as nossas vontades. Ela disse-me que não, levantou-se da cadeira e saiu porta fora, mas fui atrás pedindo desculpas.

Percebi que ela estava a gostar de ver as fotos, então pedi que voltasse pelo menos para terminar de ver. Ela disse que não tinha tempo e que precisava passar a ferro. Concordei e deixei que ela fosse, mas fui atrás conversando e fiquei por perto ainda pedindo desculpas, mas dizendo que eu também estava passando pelo mesmo que ela e que nós humanos temos vontades, etc… ela estava ali na minha frente passando a ferro e perguntou-me o que eu, um gajo rico poderia querer com uma velha como ela, e eu respondi que não pensava assim, que a via como alguém normal e que me dava tesão. Perguntei-lhe se também tinha vontade e ela se calou-se.

Aproximei-me por trás e levei a minha mão aos cabelos dela que estavam presos. Ela continuou passando ferro e eu fui acariciando o seu cabelo. Puxei o elástico que lhe prendia os cabelos e ela sorriu e pediu-me para parar, eu disse que agora já era tarde, pois eu sabia que ela também estava com vontade. Abracei-a por trás e ela continuou passando ferro. Coloquei a minha boca perto da sua orelha, passei os meus braços sobre a sua barriga e puxei-a para trás, ela virou-se ficando de frente para mim e perguntou se podia parar. Eu disse que naquela altura não poderíamos mais e dei-lhe um beijo na boca. Senti que ela correspondeu. Comecei a beijar-lhe a boca, a orelha, a nuca e passando as mãos nas costas, descendo pelo rabo, ela afastava.me, pedindo para eu parar, mas eu dizia que sentia que no fundo ela queria. Continuei a beijá-la na boca e coloquei as mãos por baixo da blusa dela pelas costas e desci até ao rabo por dentro das calças.

Ela já não resistia, disse-lhe que éramos adultos e que sabíamos o que estávamos fazendo. Toquei-lhe nos seios por cima do sutiã e ela gemeu baixinho. Fui por trás e desabotoei-lhe o sutiã e toquei-lhe nos seios, procurando os biquinhos. Ela ajudou-me a levantar a blusa e eu comecei a chupá-los. Fiquei ali mamando por um bom tempo enquanto levei a mão dela para o meu pau. Ela agarrou-o por cima das calças e apertou-o com força. Desabotoei as calças e desci um pouco os boxers ficando o meu pau de fora, ela agarrou-o e começou a bater-me um. Eu levantava a minha boca alternando entre beijos e chupadelas nos seus peitos. Desabotoei-lhe as calças e enfiei a minha mão por dentro das cuecas, sentindo os pelos da coninha na minha mão. Desci ainda mais até que senti o líquido molhado por debaixo das suas pernas. Ela só gemia, e eu dizia que estava louco para enfiar o meu pauzinho dentro dela. Fomos para a sala onde arranjei umas almofadas no chão e deitei-a.

Deitei-me em cima beijando-a, mamando os seus peitos e roçando o meu pau na sua cona. Tirei as minhas calças rapidamente e tirei a minha camisa e a dela. Perguntei-lhe se ela gostava de me beijar o pau e ela disse que nunca tinha feito isso. Pedi que o fizesse no meu, mas ela disse que era só um beijo, que nunca tinha chupado. Disse-lhe que tudo bem e deitei-me. Ela começou a dar alguns beijos na cabeça do meu pau e eu disse que para chupar faltava pouco, que ela podia fazer a primeira vez comigo. Ela tentou, deu umas lambidelas mas percebi que mão tinha muito jeito. Então virei-a e tirei-lhe as calças juntamente com as cuecas. Notei que ela ainda não estava relaxada, pois tapava a cona com as mãos. Perguntei-lhe o porque e ela disse que era porque era feia. Respondi que eram todas iguais e que eu não me importava com isso. Tirei-lhe as mãos e comecei e beijar-lhe os pentelhos. Beijei, passei a língua e desci para o meio. Ela disse-me que nunca a tinham chupado antes, e eu disse que para tudo tinha a primeira vez. Desci a minha língua sobre o seu grelo peludo e molhado e chupei até me fartar.

Ela gemia e contorcia-se, não aguentava. Passei por cima dela novamente e comecei-a a beijar, com o meu pau em direcção à sua cona. Ela abriu as pernas onde eu penetrei devagarinho. Coloquei meu pau todo lá dentro e fiquei ali bombando. Notei que ela era muito conservadora e que aquilo para ela já era o suficiente, por isso não quis pedir posições diferentes. Perguntei-lhe se iria vir-se e ela não me respondia, mas aquilo estava tão bom que eu perguntei se eu poderia vir-me dentro dela, se não haveria perigo, ela só disse que eu podia, e foi o que eu fiz, pois eu não aguentava mais tanto tesão. Perguntei novamente se ela se veio e ela disse que sim, várias vezes. Ficamos ali deitados ainda por alguns instantes com carícias até que ela resolveu levantar-se pois tinha de terminar a limpeza e ir para casa, pois tinha um compromisso mais. Chamei-a para tomar um banho comigo e ela aceitou. Tomámos um banho juntos, beijei-a várias vezes, ensaboei e enxaguei o corpo dela. Vestimo-nos e ela foi terminar a limpeza. Não conversámos muito, mas logo que terminou ela foi-se despedir de mim. eu puxei-a novamente e dei-lhe um beijo. Disse-lhe que a partir daquele momento tínhamos um segredo que ninguém poderia saber. Ela disse que sim e foi-se embora. Isso já aconteceu há dois dias, e estou desejoso que chegue a próxima semana para darmos mais uma queca.

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